segunda-feira, dezembro 27, 2010

A Arca de Ziusudra(Noé) salva a humanidade

Vou fazer uma breve explicação do que vem a seguir.

Os Anunnakis vieram a Terra em busca de ouro para reparar a atmosfera de Nibiru.
Enki (filho de Anu Rei de Nibiru) e irmão de Enlil (o primeiro a tomar as decisões na Terra).
Cansados de trabalhar nas minas de ouro, Enki criou o trabalhador primitivo(nós), Ninmah preparou uma mescla em um recipiente de cristal, pôs com muito cuidado o óvulo de uma fêmea bípede, junto com a que continha a semente Anunnaki, fecundou o óvulo; inseriu de novo o óvulo na matriz da fêmea bípede.
Assim se fez o ser humano inteligente para trabalhar nas minas de ouro para os Anunnakis, nós éramos escravos deles, talvez dai venha essa triste realidade nossa de escravizar nossos irmãos.
A Terra afetada pela aproximação de Nibiru começou a esquentar e as geleiras começaram a derreter.
A Terra e os trabalhadores primitivos passavam por uma espécie de falta de sincronia, os ser humano estava desorientado(como hoje em dia) e o planeta passava por mudanças climáticas pela aproximação de Nibiru(como hoje).
Enlil que já era contra a criação do trabalhador primitivo pois achava que ia contra a vontade do criador de tudo, aproveitou-se disso e ordenou que com isso se extinguisse os trabalhadores primitivos híbridos.
Enki criador do ser humano híbrido, tem um "sonho" visão em que Galzu ordena que salve os terrestres, pois essa era a vontade do criador de tudo.
E agora vem parte da história disso tudo...



"O misterioso emissário aparece a Enki em uma visão-sonho.
Ao Enki lhe diz que salve à Humanidade através de seu filho Ziusudra,
Mediante um subterfúgio, Enki instrui a Ziusudra para que construa um submarino.
Um navegador sobe a bordo, levando as sementes de vida da Terra. A cercania de Nibiru provoca o deslizamento da placa de gelo da Terra Branca.
À onda resultante some a Terra sob as águas."

"No Sippar, reuniram-se todos os Anunnaki, esperavam o Dia do Dilúvio. Foi então, quando ia crescendo a tensão da espera, quando o senhor Enki, enquanto dormia em sua residência, teve uma visão-sonho.
Na visão-sonho aparecia a imagem de um homem, brilhante e resplandecente como os céus; e quando o homem se aproximou de Enki, Enki viu que era Galzu, o do cabelo branco!
Na mão direita sustentava um estilete-gravador, e na esquerda levava uma tabuleta de lápis lázuli, Lisa e brilhante.
E quando se aproximou o suficiente do leito de Enki, Galzu falou e disse:
Suas acusações contra Enlil foram injustificadas, pois só dizia a verdade; e a decisão que como Decisão de Enlil será conhecida, não a decretou ele, a não ser o Destino.
Agora, toma o Fado em suas mãos para que os Terrestres herdem a Terra; chama a seu filho Ziusudra, lhe revele a iminente calamidade sem romper o juramento.
Diga-lhe que construa uma embarcação que possa suportar a avalanche de água, uma embarcação submersível, semelhante a que te mostro nesta tabuleta; que se ele salvem e sua família nela, e que leve também a semente de tudo o que seja valioso, seja planta ou animal.
Essa é a vontade do Criador de Tudo!"

"Enki foi sigilosamente até a cabana de juncos onde dormia Ziusudra; para não romper o juramento, o senhor Enki lhe disse à parede da cabana, não a Ziusudra: Acorde! Acorde!, disse Enki à parede de juncos, detrás da tela de juncos falava. Quando Ziusudra despertou, Enki lhe disse detrás da tela de juncos: Cabana de juncos! Dê atenção as minhas palavras, faz caso de minhas instruções!
Uma calamitosa tormenta cairá sobre todas as moradas, todas as cidades, será a destruição da Humanidade e de sua descendência."

"Agora, preste atenção às minhas palavras, observa a mensagem que te estou dizendo:
Abandona sua casa, constrói uma embarcação; renuncia às suas posses, salva a vida!
A embarcação que tem que construir, seu desenho e suas medidas se encontram em uma tabuleta, deixarei a tabuleta junto à parede da cabana de juncos.
Assegure-se de que a embarcação esteja coberta em toda sua extensão, do interior não deve ver-se o sol.
O arranjo tem que ser muito forte, o breu forte e espesso, para que não entre a água.
Que seja uma embarcação que possa dar volta e cair, para sobreviver à avalanche de água!
Constrói a embarcação em sete dias, reúne nela a sua família e a seus parentes, acumula na embarcação comida e água para beber, leve também animais domésticos.
Depois, no dia marcado, te darei um sinal."

"Um entristecedor Dilúvio, procedente do sul, devastará terras e vida;
sua embarcação se elevará sobre suas amarras, dará a volta e cairá.
Não tenham medo: o guia da embarcação lhes levará a um refúgio seguro. A semente da
Humanidade Civilizada sobreviverá por vós!
Quando a voz de Enki se calou, Ziusudra estava ansioso, sobre seus joelhos caiu prostrado."

"Ziusudra saiu detrás da parede de juncos, uma tabuleta de lápis lázuli, brilhando à luz da lua, viu e tomou; sobre ela estava desenhada a imagem de uma embarcação, os entalhes davam suas medidas; Ziusudra era o mais sábio dos Homens Civilizados, compreendeu o que tinha escutado."

"Com o resplendor do amanhecer, uma nuvem negra se levantou pelo horizonte, a luz da manhã se converteu em escuridão, como se a sombra da morte a velasse. Depois, ouviu-se como um estrondo de trovões, os céus se acenderam com os raios.
Partam! Partam!, deu o sinal Utu aos Anunnaki. Escondidos nos navios do céu, os Anunnaki se elevaram nas alturas. No Shurubak, a dezoito léguas de distância, Ninagal viu as brilhantes erupções:
Tranca! Tranca a portinhola!, gritou Ninagal a Ziusudra. Juntos fecharam a tramela que ocultava a portinhola; hermética, completamente fechada, ficou a embarcação; dentro não penetrava nem um raio de luz.
Naquele dia, naquele inesquecível dia, o Dilúvio começou com um estrondo; na Terra Branca, no fundo da Terra, sacudiram-se os alicerces da Terra; logo, com um estrondo igual a mil trovões, a capa de gelo se deslizou de seus alicerces, separada pela invisível força da rede de Nibiru, se derramou contra o mar do sul."

"Uma capa de gelo golpeou contra outra capa de gelo, a superfície da Terra Branca se vinha abaixo como a quebra de um ovo. De repente se levantou uma grande onda, a muralha de águas chegava até mesmo o céu. Uma tormenta de uma ferocidade nunca vista ficou a bramar no fundo da Terra, a muralha de água impulsionava seus ventos, a onda se desdobrou para o norte; a muralha de águas se encaminhava para o norte, alcançou as terras do Abzu. Dali, viajou até as terras habitadas, chegou a Edin.
Quando a onda, a muralha de águas, chegou ao Shurubak, a onda soltou de suas amarras à embarcação de Ziusudra, sacudindo-a, tragou-se à embarcação como um abismo de água."

"Depois de que a imensa onda varresse a Terra, reabriram as comportas do céu, e se desatou um aguaceiro dos céus à Terra.
Durante sete dias se mesclaram as águas de acima com as águas do Grande Abaixo; depois, a muralha de água, alcançando seus limites, cessou em sua investida, mas as chuvas dos céus continuaram durante quarenta dias e noites."

"Depois dos quarenta dias, Ziusudra abriu a portinhola da embarcação para inspecionar os arredores. Era um dia luminoso, soprava uma suave brisa; completamente sozinha, sem nenhum outro signo de vida, a embarcação cabeceava sobre um vasto mar.
A Humanidade, tudo o que vivia, foi varrido da face da Terra, ninguém, salvo nós,
sobreviveu, mas não há terra firme sobre a que pôr o pé!"

"O Dilúvio passou, estamos no Monte da Salvação! Assim lhe disse Ninagal a Ziusudra.
Abrindo a portinhola hermética, Ziusudra saiu da embarcação; o céu era claro, o Sol
brilhava, soprava um suave vento. Apressadamente, chamou a sua esposa e a seus filhos para que saíssem. Elogiemos ao senhor Enki, a ele demos obrigado!, disse-lhes Ziusudra. Juntou pedras com seus filhos, com elas construiu um altar, depois acendeu fogo sobre o altar, fez um fogo com incenso aromático."

"Quando Enlil viu os sobreviventes, Ninagal entre eles, sua fúria não teve limites.
Todo Terrestre tinha que perecer!, gritou com fúria; partiu para cima de Enki irado, estava disposto a matar a seu irmão com as mãos nuas.
Ele não é um simples mortal, é meu filho!, gritou Enki apontando Ziusudra."

"Ninmah tocou seu colar de cristais, presente de Anu, e jurou: Juro que nunca se repetirá a aniquilação da Humanidade! Abrandando-se, Enlil pegou pelas mãos a Ziusudra e a Emzara, sua esposa, e os benzeu assim:
Frutifiquem e lhes multiplique, e povoem a Terra! Assim terminaram os Tempos de
Antigamente."